Quem sou eu?!

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Jéssica Menezes ,22 anos,Sou Santista e falo "Tu",estudante de Ciência da Computação,pseudo-escritora,geek,rock,livros,café,chocolate !

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Feliz Aniversário Hayley Williams!


Hoje dia 27 de dezembro é aniversário da Hayley Williams do paramore!
Hayley Williams cresceu em Meridian, Mississippi, começou cantando na igreja e em paradas de ônibus. Quando completou 13 anos, ela e seus pais se mudaram para Franklin, Tennessee. Durante esse período, ela entrou em uma banda de funk chamada "The Factory", onde conheceu Jeremy Davis (baixista do Paramore). Com o tempo conheceu na escola os irmãos Farro, que já tinham uma banda, ela disse a eles que sabia cantar. Aí foi questão de tempo até o Paramore ganhar vida!

Feliz Niver Hayley!!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Parabéns Taylor York ♥

Olá galerinha,como eu não sou nenhum pouquinho fã de paramore rsrs,eu vim falar sobre o Aniversário do Tay...
Como todos sabemos ele é o guitarrista da banda,e hoje ele faz 21 aninhos!
Vou mostrar a biografia dele para vocês:

Biografia


Taylor York é amigo de longa data dos irmãos Farro, conhecendo e tocando com eles antes da entrada de Haylay Williams, e ele começou a tocar pelo Paramore em 2007 como guitarrista adicional durante as turnês depois da saida de Hunter Lamb.Taylor então começou a trabalhar na produção do álbum Riot!, que viria a ser certificado platina pela RIAA.
Depois de Riot!, Paramore lançou um álbum ao vivo, intitulado The Final Riot que foi um grande sucesso comercial. Enquanto Taylor participou deste álbum e de outros projetos, ele ainda não era creditado como um membro oficial da banda apesar de fazer parte do processo de composição da letra e da melodia em várias canções.
Em junho de 2009, Taylor foi oficializado como membro oficial do Paramore como guitarrista e foi creditado na produção do álbum Brand New Eyes.
York também citou como sendo suas bandas favoritas no momento sendo mewithoutYouRadioheadJimmy Eat World, Yann Tiersen, At The Drive-In,Between The Buried And Me, Bjork, Kadawatha e Paper Route.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Primeiro Selinho que meu blog ganha! ♥

Galera ganhei o primeiro selinho do meu blog,foi a Milly do blog Minha História,Minha Vida que me presenteou!!!Valeu Milly
Vamos às regras:

1- Repassar o selo para 10 blogs
Estação São Vicelva ; Pensamentos Incomuns ; Invisivelmente Essencial ;CatiManya.comPalavras ao vento ; Clã Dark Light ; Mariih'Rocha ,Sentimento das Palavras e demais seguidores ^^.

2- Avisar os respectivos blogs
Como a Milly fez eu também desobedeci esta rsrs'

3- Falar dez coisas sobre mim

1.Vou fazer faculdade de Turismo,2.Curto Rock mas sou alternativa,3.Adoro a internet,4.sou chocolatra,5.amo pão de queijo,6.sou apaixonada por alguém que o destino levou pra longe de mim,7.Sou fã da saga crepúsculo,8.Sou baixinha [/1,54dealtura],9.E não vivo mais sem tecnologia [/celular],10.e sou santista Santos meu time do .


Puxa como é dificil falar de si próprio...kkkkk
Bom pra galera que eu indiquei,eu espero que gostem...Ah e não esqueçam de fazer uma visitinha no blog da Kamilly,é muito bom mesmo!(Clica e entre num blog maravilhoso) 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Parabéns Corey Todd Taylor ♥

Hoje 08/12/2010 é Aniversário do meu idolo Corey Taylor
Ele nasceu em Des Moines ,no dia de hoje de 1973.
Ele é o vocalista das bandaslipknot e Stone Sour,eu particularmente gosto das duas,mas claro que prefiro SLIPKNOT [/paixão].
Corey é considerado o Mastermind da banda,pois além de vocal é quem escreve as letras também [/perfeito].
Seus apelidos são:#8,MasterMind e Great Big Mouth.
Uma curiosidade sobre Corey Taylor que eu adoro comentar é:Que ele se separou de sua ex-mulher Scarlett,em uma sexta-feira 13...#Sinistro não é?!#
Corey Taylor também declara que sobre os palcos e com sua máscara,é como se tivesse outra pessoa ali,que no palco ele se torna um ser insano,mas que normalmente é bem tranquilo.
Corey não conhecia o pai,e a pedido de sua mãe o pai de Corey nunca se aproximou do filho.Os dois se encontraram muitos anos depois,em 2006 quando sua ex-mulher,induziu a mãe de Corey para que dissesse tudo o que sabia sobre o pai dele.
A mãe de Corey concordou,e Scarlett contratou um detetive particular para que encontrasse o pai de Corey.Quando os dois se encontraram,eu achei que seria algo tenso,mas correu tudo bem,os dois disseram que choraram pelo menos por uns 20 m
inutos,Corey também diz que ficou muito feliz com o encontro,e disse também que esse era um novo capitulo em sua vida!
Hoje Corey Taylor tem 37 anos,é vocal de duas bandas muito boas,é casado com Stephanie Luby e é pai de Griffin e Angie.
Palavras de Corey:”No primeiro ano de vida do meu filho, estive sempre ausente porque estava bêbado o tempo todo”, admitiu o cantor.
“Eu era um alcoólatra. Quando estávamos gravando 'Subliminal Verses' a situação era muito ruim. Eu estava fora de controle, escondendo garrafas de whiskey Jack Daniel’s debaixo de meu travesseiro. Eu bebia desde quando acordava até desmaiar.
Minha esposa me agarrou pelo cabelo, me botou na frente do
espelho e me disse: ‘olhe para você’. Eu estava inchado e todo fudido, e então eu me toquei. A última noite que bebi foi no Viper Room. Estava vomitando nas pessoas pela rua Sunset Boulevard (Los Angeles)”, contou Corey Taylor.
Mas vive pensando se a Slipknot vai continuar ou se vai acabar!
Parabéns Corey Taylor,que você viva mais e mais,e que a banda Slipknot nunca acabe!
Você é F***A,e seus fãs te adoram!
Minha vida ficou mais Happy quando te conheci IDOLO!
Corey eu te amo.

By Jéssica M² Santos

sábado, 4 de dezembro de 2010


Eu havia visto algo que não me agradava...Todos acreditavam que eu era o louco!

De repente me vi tomad0 de ódio...

A mulher que eu amava estava me escondendo alguma coisa,mas o que seria?

Eu não enxergava direito,apenas sentia o ódio subindo em mim...

Eu queria matá-la,apenas destruir a vida de quem destruia a minha,e que dizia a todos que eu era o causador de todos os problemas em sua vida.

MORRA!esqueça que eu existo,ou melhor esqueça que um dia eu amei você e que um dia estive ao seu lado!






---------------------------------------------------------------------------------------Galera eu escrevi esse texto pensando em escrever sobre outra coisa,de repente me vi escrevendo algo baseado em fatos reais...Alguns amigos meus estão vivendo uma história assim trágica...Não era sobre eles que eu gostaria de escrever e nem foi pensando neles,depois que criei,eu li novamente e vi que parecia com eles.Espero que gostem,pois sumi por um tempão e eu tinha que postar algo que preste né?!



--------------------------------------------------------------------------------------Ah galerinha linda,preciso falar de um blog maravilhoso para vocês o nome é Minha História,Minha Vida, é super legal,eu particularmente viajo nos texto da Kamilly...Pode acreditar é bom mesmo!Ficou curioso(a)?dá uma passadinha lá (Clique aqui).


XoXo ;*

By Jéh

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Fui Indicada para fazer o Jogo dos Se7e

Sete coisas que tenho que fazer antes de morrer:
1 - Ficar rica; 2 -Ir pro Japão ; 3 - Andar de skate; 4 - Surfar; 5 - Realizar um projeto social; 6 - Conhecer Corey Taylor e Hayley Williams; 7 - Viver um grande amor


Sete coisas que mais digo:
1 - Aff; 2 - Ai que inferno; 3 - Ta ligado?; 4 - Qui é Zé; 5 - Mãe; 6 - Eu mereço; 7 - Ow meu Deus


Sete coisas que faço bem:
1 - Navegar na internet; 2 - Dormir; 3 - Comer; 4 - Ser amiga; 5 - Brisar; 6 - Zuar com meus amigos; 7 - Sonhar


Sete defeitos meus:
1 - Ansiosa; 2 - Chata; 3 - Ciumenta; 4 - Chorona (rs); 5 - Timidez demais nos lugares errados; 6 - Confiar de mais; 7 - Pessimismo


Sete coisas que amo:
1 - Deus; 2 - Família; 3 - Amigos; 4 - Internet *-*; 5 - Música; 6 - Comida;7- Dormir


Sete qualidades:
1 - Solidária; 2 - Amiga; 3 - Sincera; 4 - Fiel; 5 - Tento ajudar os amigos s2*; 6 - Simples; 7 - Persistente!
Sete pessoas pra fazer o jogo dos sete:
1-Lucas ;2-Alyson;3-Dayane;4-Lucas Henrique;5-Gabrielly;6-Mariih'Rocha;7-Marina Leal

XoXo Jéh

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Banda Dead by April



Galera a um certo tempo atras meu primo Lucas havia me passado umas músicas,erão tantas que eu até tinha ficado com preguiça de escuta-las,depois que eu assistir My Super Psycho Sweet 16 (Minha super Psicótica festa de 16) na MTV,vi que eu tinha uma música que passava no filme,que era Miss Murder do AFI,mais eu falo do AFI depois!
Foi então que parei para escutar,no meio de todas aquelas músicas encontrei Dead By April,a que eu mais escuto chamasse Stronger,pra quem gosta de Metalcore é uma boa,e o melhor de tudo é metalcore e um pouco eletrônico.

Um pouco mais sobre:
Dead By April é uma banda sueca de metalcore formada em 2007. Lançaram seu primeiro álbum em 2009, destacando-se nas melhores posições da Suécia em segundo lugar.
~ Integrantes:
- Jimmie Strimell – Vocal/Gutural(ou seja screamo)
- Zandro Santiago - Vocal
- Johan Olsson – Guitarra
- Marcus Wesslén – baixo (instrumento musical)
- Alexander Svenningson – Bateria (instrumento musical)


Melodic metal é o género desta banda!
O nome do álbum é o mesmo da banda (Dead by April - Dead by April)

Os caras estão juntos nessa banda desde 2007 e continuam juntos até hoje *-*
Bom,pra quem curte o rock,metalcore eletronico fik dik =)
No próximo post eu falarei sobre outra banda que como Dead By April é muito boa...
*Boa Noite à todos!!!
By Jéssica Menezes

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Galera,vocês precisam conhecer...

Se você gosta de poesias e pensamentos sei onde você pode encontrar,e tenho certeza que você não vai se arrepender...
o Blog chamasse Palavras ao Vento,a Day escreve com o coração...Eu sempre que posso dou uma passadinha lá pra ler.
Ficou curioso(a) passa lá
http://dayfs.blogspot.com/

Fika Dika

domingo, 14 de novembro de 2010

A Subcultura Gótica ♥




Origens, influências e consolidação


Introdução


Gótico: apenas uma palavra

Ao longo dos anos, o termo gótico foi usado como adjetivo e classificação de várias expressões artísticas, estéticas e comportamentais. Mas, em sua maioria, estas classificações não possuem nenhuma relação com o significado primitivo da palavra.

O termo Gótico, que originalmente significa apenas relativo a Godos ou proveniente deles, foi usado a partir do início da Renascença, para designar de forma depreciativa a produção cultural ocorrida entre os séculos XII e XV e posteriormente de toda Idade Média, a qual foi associado o conceito de Idade das Trevas, em oposição à nova Idade da Razão ou da Luz: o Iluminismo (XVII e XVIII). Mas nos séculos XVIII e XIX, por exemplo, gótico foi associado ao período medieval e aplicado à Literatura. Além disso, o termo Goticismo tem origem inglesa, Gothicism, e relaciona-se apenas à Literatura.

Em 1979 o termo gótico já foi utilizado para designar o movimento sócio-cultural que se constituía e se consolidaria poucos anos depois. Mas, a subcultura gótica/darkwave não possui nenhuma relação com os Godos, como a própria "arte gótica" (entre os séculos XII e XV) não possui. Portanto, em uma de suas primeiras aplicações, a palavra Gótico já foi usada com um sentido que não corresponde ao original, e torna-se nítida a diversidade de significados que esta palavra traz em si.





A subcultura Gótica/Darkwave

A subcultura gótica (relacionada a Darkwave a ponto de ser assim chamada por alguns) como conhecemos atualmente, é um contexto artístico e comportamental que inclui literatura, música, cinema, artes plásticas e vestuário (entre outros), de forma que um elemento enriqueça o outro e multiplique-se.

Pode-se dizer que sua origem ocorreu nos primeiros anos da década de 1980, mas suas influências iniciam-se no Romantismo do século XIX e passam pelo Modernismo, com o Impressionismo, Expressionismo e Surrealismo e Cabaret Culture, do século seguinte. Porém, a Geração Beatnick, inspirada na boêmia moderna, filosófica e artística francesa a partir de 1950 e posteriormente pelos escritores Beats dos Estados Unidos, é a influência mais recente e significativa da subcultura gótica/darkwave.

No final da década de 60, os beatnicks se diluíram e formaram ramificações como o movimento Punk e Glam da década de 70. A música de artistas como David Bowie e Velvet Underground, referências do Glam e do Punk, trouxeram vários elementos da cultura beatnick, como a prosa e a poesia. Dessa forma, o Glam e o Punk foram influenciados pela Cultura Beatnick, mas também foram determinantes nas características da subcultura gótica.

Mas todas essas tendências que influenciaram e compuseram a subcultura gótica, desde o Romantismo até as mais recentes, são apropriações e releituras através de abordagens distintas, muitas vezes, de forma alegórica e metafórica. As transições entre uma e outra, ocorrem sem rompimentos bruscos, de forma que as tendências posteriores resgatam elementos primitivos e somam-se aos seguintes.

É importante salientar que os fatores que definem uma corrente artística, filosófica ou apenas comportamental, não são apenas os temas adotados, mas principalmente a abordagem, ou a forma como os temas são trabalhados e expostos.

A subcultura gótica/darkwave, não se baseia apenas em alguns temas específicos, mas principalmente, em uma abordagem própria. Para que possamos compreender com mais clareza as características principais que compõem a subcultura gótica, desde o uso do termo gótico até as influências culturais e comportamentais mais presentes, é necessário recapitular alguns pontos.





A Baixa Idade Média



O período da Idade Média, compreendido entre os séculos V e XV, divide-se em dois sub-períodos: Alta Idade Média (V à XI) e Baixa Idade Média (XI até o século XV). É no início da Baixa Idade Média, na França, que surge a Arte Cristã ou Opus Francigenarum (obra francesa), que, aos poucos, substituiria o estilo românico e futuramente, no período da Renascença, passaria a ser conhecida, pejorativamente, como Arte Gótica.

O Teocentrismo, baseado na concepção de que Deus é o centro do universo, foi a corrente de pensamento predominante no período medieval. Assim, a Igreja Católica, responsável pela "educação espiritual" dos homens, consolidou-se como a principal autoridade. O poder econômico e político, e as influências sobre as ciências e artes, subordinavam reinados ao comando do clérigo. Era a Igreja que ditava os rumos que a ciência deveria seguir, que dirigia os exércitos e proclamava as leis. Além disso, a peste negra do século XIV, a exploração do feudalismo e a imutável hierarquia social contribuíram para a criação de uma situação calamitosa no fim do século XV. No século seguinte haveria o início de uma reação em todos os níveis, com o começo da Idade Moderna e a transição sócio-econômica para o Renascimento.





A Renascença e a Idade das Trevas



O período iniciado a partir do século XV (apesar de iniciar em épocas diferentes em cada lugar e ter várias fases) conhecido como Renascença, que surgiu na Itália e distribui-se gradativamente por outras regiões do continente europeu, consolidou uma idéia de ressurreição nas artes e na ciência baseadas no resgate da Antiguidade clássica greco-romana.

Além de inovações nos aspectos políticos e sociais e avanços técnicos e científicos, foi na Renascença que outros continentes foram descobertos através da navegação, que nasceu a imprensa e inventou-se a bússola. Foi neste período que o alemão Martin Luther deu início à Reforma Protestante; que Michelangelo pintou a Capela Sistina; que Copérnico escreveu De Revolutionibus Orbium, entre outros.

Os renascentistas acreditavam que a arte clássica greco-romana, que admiravam e buscavam reviver, havia sido denegrida na Idade Média pelos cristãos e, que a Igreja, através do poder exercido pelos dogmas religiosos, vetava os avanços tecnológicos e condicionava a produção artística. Neste contexto renascentista inclui-se também uma forte oposição ao Clero, embutida no Antropocentrismo, corrente filosófica na qual o homem é o centro do universo e, naturalmente, oposta ao Teocentrismo medieval. Dessa forma, mesmo sendo considerada uma etapa evolutiva do período medieval, a Renascença desprezava a cultura da Idade Média.

Assim, grande parte da arte produzida na Idade Média, como a arquitetura, escultura e pintura, foi classificada como gótica, em alusão ao Godos, povo germânico que invadiu o império romano a partir do século III.

Esta classificação tinha a clara intenção de denegrir a produção artística medieval, por considerá-la bárbara, rude, grosseira, exagerada; ou seja, com os mesmos adjetivos que caracterizavam os Godos.

Assim, a civilização dos Godos, que havia sido diluída no século VIII, portanto, 700 anos antes da Renascença, tornou-se um "bode-expiatório" dos renascentistas e a própria palavra Gótico teve seu sentido ampliado, podendo ser compreendido como sinônimo de bárbaro ou vulgar. Ainda, ao longo dos anos, a Idade Média iria tornar-se conhecida como Idade das Trevas, Noite da Humanidade, entre outras denominações.





Racionalismo, Iluminismo e Revoluções



Personagens como René Descartes, John Locke, Pascal e Newton figuraram no século XVII. O Racionalismo, baseado no conceito de que apenas a Razão (raciocínio lógico) seria suficiente para o desenvolvimento da humanidade, e o Humanismo, resgatando os filósofos da Antiguidade, eram as correntes que influenciavam as artes e as ciências. No panorama artístico, a arquitetura, escultura e pintura, destacaram o Classicismo e o Barroco.

Em meados do século XVII surge Iluminismo - tendo seu apogeu no século XVIII - que de certo modo, é herdeiro dos conceitos racionalistas e humanistas dos séculos anteriores aliado a uma maior liberdade de expressão individual. É o movimento iluminista que proclama o início de uma "era de luz" para a humanidade e um dos impulsionadores do capitalismo, além de tornar-se uma das principais referências na arte.

Neste momento, surge na Inglaterra e alastra-se pela Europa, um fenômeno sócio-político que seria conhecido como a 1ª Revolução Industrial. Ainda, desenvolve-se o Liberalismo político/ econômico e consolida-se o capitalismo. Assim, o século XVIII torna-se conhecido como o "Século das Luzes". Porém, todas essas mudanças bruscas trazem efeitos colaterais no âmbito social.

Os avanços tecnológicos que proporcionaram a Revolução Industrial deram início a uma urbanização desenfreada e sem planejamentos com a migração do homem do campo para as áreas centrais, que resultaram em cidades sem infra-estrutura social e administrativa. As jornadas de trabalho tornam-se muito extensas e o valor da mão-de-obra, irrisório. Iniciam-se reações violentas por parte dos trabalhadores explorados e desempregados. Em algumas regiões, o número do crescimento populacional quadruplica. Em Paris, 25% da população é constituída por mendigos. Surgem as epidemias de tifo, cólera e tuberculose. Por outro lado, nascem os conceitos de capitalismo e a classe burguesa. No final deste século ocorre a Revolução Francesa (1789), que marca o início da era contemporânea. Baseadas em conceitos do Iluminismo, no século XVIII se desenvolvem as idéias Republicanas, postas em prática também na Independência dos Estados Unidos, em 1777. No Brasil, estas idéias também chegaram na mesma época, mas a nossa tentativa de independência, a Inconfidência Mineira, é abortada em 1789.

O quadro de miséria e desigualdade criado na Europa gerou uma insatisfação social e resultou num processo de regressão que buscava os ideais medievais ignorados pela Renascença. Inicialmente, essa tendência desenvolvia-se apenas no sentimento e comportamento coletivo. Porém, logo passou a designar um rumo artístico e uma nova visão do mundo centrada no indivíduo. A partir desta nova concepção iniciou-se o período do Romantismo.





O Romantismo



O Romantismo é um período cultural que se inicia na Europa no final do século XVIII, estendendo-se e desenvolvendo-se por outras partes do globo até o final do século XIX. Pode-se considerar que seu início ocorreu na Itália, Inglaterra e Alemanha (na Alemanha conhecido como Sturm und Drang - Tempestade e ímpeto). Porém, foi na França que o romantismo intensificou-se mais do que em qualquer outra nação. Foi através dos artistas franceses que os ideais românticos se solidificaram pela Europa e América. Sob o aspecto ideológico, o Romantismo pode ser considerado uma reação de fuga, ao iluminismo e racionalismo do período anterior.

As principais características do Romantismo são a valorização das emoções em temas que recorrem à religião, nacionalismo, amor, individualismo e subjetivismo, desenvolvidos a partir da originalidade e liberdade criativa do artista. Na pintura, o francês Delacroix e o espanhol Francisco Goya são os maiores representantes. Na música, ocorre a potencialização da expressão individual através de temas folclóricos e nacionalistas. Neste período romântico da música, destacam-se as últimas obras de Beethoven, além das composições de Wagner, Chopin e Schumann, entre outros. Mas foi através da Literatura que o Romantismo teve suas expressões mais intensas e solidificou sua identidade.



Romantismo Literário e Gothic Novel

A obra do escritor alemão Goethe, Os Sofrimentos do Jovem Werther, publicada em 1774 foi uma das precursoras do romantismo. Este livro trazia intensidade emotiva sob a liberdade criativa do autor, além de outros aspectos fundamentais do romantismo.

Além disso, uma das principais características do Romantismo Literário era a evocação à Idade Média em seus temas. Neste caso, o autor almejava uma idealização que não correspondia à sociedade ou ao período em que vivia realmente. Esta característica é conhecida como "Espírito de evasão". Porém, esta referência medieval do romantismo era sob uma perspectiva idealizada. Isto é, buscava resgatar valores como honra e valentia que, na visão do escritor, eram comuns no período medieval, mas que não necessariamente existiram.

Horace Walpole (O Castelo de Otranto - 1765) também abordou a Idade Média, mas diferentemente da "idealização positiva" de outros românticos, o fez através de uma visão soturna de cenários decadentes (como castelos em ruínas) que impunham um clima de mistério e terror sobrenatural ao leitor. Foi este conceito de terror e sobrenatural, entre outros elementos usados, que passou a ser classificado como Gothic Novel. Neste caso, o termo Gothic é aplicado como sinônimo de obscuro ou medieval. Ainda, Literary Gothicism, que no Brasil seria conhecido como Romance Gótico ou Literatura Gótica, teria grande influência no ultra-romantismo brasileiro. Os termos Gothicism ou Goticismo devem ser associados apenas à Literatura.

Nas últimas décadas do século XVIII emergiram escritores como Ann Radcliffe, autora de Os Mistérios de Udolpho e a poesia de William Blake com Canções da Experiência e da Inocência (ambos em 1794), além de Frankenstein, de Mary Shelley, já no início do século XIX. Até as décadas de 30 e 40, o romantismo ainda figura como a principal orientação da produção artística. Essa tendência romântica atinge também a moda, hábitos e costumes da sociedade. Na França, por exemplo, há um resgate de elementos do vestuário, linguagem e costumes do período anterior à Revolução. Na Inglaterra, o Literary Gothicism ressurge na era vitoriana, entre a burguesia.

Ainda na primeira metade do século, tem início o Romantismo brasileiro. A obra Suspiros Poéticos e Saudades (1836) de Gonçalves de Magalhães é considerada a precursora desse estilo literário no Brasil. O Romantismo no Brasil estende-se "oficialmente" até 1880 e divide-se em três gerações: Nacionalista, Ultra-romântica e Condoreira.

Na segunda metade do século XIX surgiram outros movimentos que influenciaram várias expressões artísticas. O Esteticismo com o conceito de auto-suficiência da arte (arte pela arte), sem que esta sofresse interferência de outros valores, como sociais, religiosos ou políticos. O parnasianismo, essencialmente literário, que reagia aos excessos românticos e negava o subjetivismo, baseando-se no domínio da razão e nos ideais voltados para o belo. Também em reação aos excessos do Romantismo, surge o Realismo e o Naturalismo. No Brasil temos uma transição gradual, com autores como Machado de Assis, autor de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) e inúmeros outros clássicos reconhecidos internacionalmente.





O Simbolismo



O Simbolismo, surgido na França na segunda metade do século XIX, caracteriza-se pelo subjetivismo, individualismo e misticismo; rejeitando valores do realismo e naturalismo como a abordagem social. Artes plásticas, teatro e, principalmente, Literatura, são orientadas pelas tendências simbolistas.

No Simbolismo literário rejeitava-se as formas parnasianas e valorizava-se a sugestão sutil das idéias, usando as metáforas como um de seus principais recursos. Ao mesmo tempo em que o Simbolismo criticava os excessos românticos, fazia uso de certos elementos deste, como o próprio subjetivismo. O Manifesto Simbolista (1886), de Jean Moreas, declara a poesia simbolista "inimiga do ensino, da declamação, da falsa sensibilidade, da descrição objetiva".

O ensaio de Poe, The Philosophy of Composition (1846), influenciaria também as teorias de Baudelaire, que por sua vez agiu diretamente sobre Mallarmé. A obra de Poe também se faz atuante sobre Rimbaud e Oscar Wilde e ainda sobre o Modernismo do início do século XX. Através de sua obra, As Flores do Mal (1857), Baudelaire passou a ser considerado o precursor do simbolismo literário.

Há ainda, o Decadentismo, no qual abandona o conceito de objetividade realista e volta-se às realidades interiores e subjetivas, compondo também a corrente simbolista. Porém, segundo Fernando Pessoa, esses movimentos, especialmente o decadentismo e o simbolismo, surgiram do romantismo e eram "inversão das posições mentais da inteligência".





O Modernismo



Neste momento, o pré-modernismo já sugeria os conceitos inovadores que se destacariam anos depois com a consolidação do Modernismo. A Belle Époque (aproximadamente 1900-1910), surgida na França, é resultado de um período otimista que se reflete nas artes, como o cinema, e nos níveis sociais, com o Cancan dos Cabarés e o glamouroso Moulin Rouge. Paris torna-se a capital mundial da cultura e os boulevards, livrarias e teatros consolidam a imagem da prosperidade intelectual e cultural francesa. Esta "atmosfera" entende-se até meados da década de 40 e consagra um período de ebulição cultural, política e social na Europa.

Nas primeiras décadas do século XX, Einstein anuncia a Teoria da Relatividade, Santos Dumont voa com o 14 Bis, Auguste Lumière concebe a fotografia colorida e, nas artes plásticas, surge o cubismo de Picasso e Braque. O escritor e teatrólogo francês, Antonin Artaud, é uma das figuras mais influentes no meio intelectual francês e europeu. Os movimentos vanguardistas, como o Art Nouveau na pintura e principalmente arquitetura, buscavam conceitos artísticos que represen- tassem as novas tendências da humanidade, mas principalmente, uma reação aos valores europeus dos últimos três séculos, movidos pelas incertezas políticas e pela psicanálise de Freud.

O arquiteto Le Corbusier foi um dos destaques modernistas, enquanto na música, Stravinsky e Shoenberg são ícones do movimento, além de Debussy, Satie, Stockhausen, John Cage e outros. Na Literatura Modernista, que de certa forma combinava-se com o Simbolismo, consagrou autores como T. S. Elliot, James Joyce, Fernando Pessoa, Apollinaire e Franz Kafka. A Staatliches Bauhaus, escola alemã de artes e arquitetura fundada em 1919, foi uma das maiores propagandistas e precursoras de movimentos vanguardistas até 1933, quando foi fechada pelo estado nazista na república de Weimar, sob a pena de "degenerar" a arte pura européia combinando-a com outras influências (orientais, por exemplo). Sendo esse conceito exatamente o oposto dos ideais fascistas que promulgavam a superioridade dos europeus.



Expressionismo

O Expressionismo surge em 1905, mas ganha força após a Primeira Guerra Mundial. O Expres- sionismo busca retratar a realidade com as proporções sentidas, não apenas reproduzir a realidade. Assim como o Cubismo busca mostrar vários pontos de vista em vários tempos, o Expressionismo também vem afirmar esteticamente que não existe uma realidade única. De certa forma, compartilha características comuns com o romantismo, como o subjetivismo, além do cubismo e simbolismo, e soa como uma reação artística à Primeira Grande Guerra. Nesse momento, há também uma influência das artes africanas e orientais dentro do contexto europeu.

O norueguês Edvard Munch é um dos precursores do expressionismo e sua influência estenderia-se e tornaria-se uma das mais intensas nos anos seguintes do movimento. Vincent van Gogh, que cometeu suicídio em 1890, portanto, 15 anos antes do surgimento "oficial" do Expressionismo, também teve grande influência entre os pintores expressionistas.



Cinema

No cinema alemão o expressionismo encontrou sua tradução para as massas. Os filmes O gabinete do Dr. Caligari (1920) e Nosferatu (1922), inspirado no livro Drácula de Bram Stoker (1897), Metrópolis (1927) e Drácula (1932, com Bela Lugosi no papel principal) são símbolos do expressionismo. Ainda no cinema, na década de 40 surgiu o Cinema Noir.

Baseado em Literatura policial, Cinema Noir tem como principais características detetives astutos, policiais inflexíveis, damas sensuais e vilões perversos, envolvidos em investigações e tramas conspiratórias. Outro elemento importante do Cinema Noir é a ambientação das tramas, que ocorre geralmente nas metrópoles americanas, envolvidas em uma atmosfera de sombras e mistério. Como nos filmes expressionistas, a fotografia em preto e branco ressalta este clima soturno.

A expressão Nouvelle Vague, criada pela escritora Françoise Giroud, surge na revista francesa L''Express em 1958, inicialmente, para designar um fenômeno contestatório dos movimentos artísticos. Porém, esta expressão viria fixar-se para definir o movimento cinematográfico francês que surge nesta mesma época.

Influenciada pelo neo-realismo italiano e por diretores norte-americanos como Alfred Hitchcock, John Ford e Howard Hawks, a Nouvelle Vague recria a linguagem cinematográfica e aborda essencialmente questões existencialistas, praticamente abandonando temas corriqueiros como política e sociedade. Ainda, traz como uma de suas propostas técnicas, a reação aos aspectos convencionais do cinema, principalmente, a narrativa. Nesse contexto, enquadram-se também obras de baixo orçamento com equipes reduzidas e filmagens em locais públicos.

Essas características influenciaram toda a cinematografia mundial, inclusive o cinema novo brasileiro. Jean-Luc Godard e François Truffaut são as maiores referências da Nouvelle Vague francesa. Algumas das principais obras da fase inicial da Nouvelle Vague são Acossado (de Godard), Os Incompreendidos e Jules et Jim, (François Truffaut), Hiroshima, Mon Amour (Resnais - 1959), Paris Nos Pertence (J. Rivette - 1960) e Trinta Anos Esta Noite (Louis Malle – 1963).

O sueco Ingmar Bergman também teve papel significativo. Entre seus filmes, destacam-se O Sétimo Selo (1956), onde um homem aposta sua vida jogando xadrez com a morte; Morangos Selvagens (1957), Persona (1966), Gritos e Sussurros (1972), e O Ovo da Serpente (1976), entre outros de intensa densidade dramática.



Impressionismo

O movimento impressionista, que buscava uma precisão maior nas cores e suas combinações, teve Renoir e Monet como suas principais referências na pintura. A música impressionista passa a descrever imagens e algumas obras trazem títulos como Reflexos na Água (Claude Debussy – França 1862 - 1918) baseada em estruturas modais do Oriente e do período medieval.



Dadaísmo

Em 1916, na cidade suíça de Zurique, surge o movimento vanguardista denominado Dadaísmo, que é compreendido por alguns como uma resposta das artes à 1ª Guerra Mundial. Caracterizado pela oposição a todo tipo de coerência e equilíbrio artístico, o dadaísmo abandonou os rigores acadêmicos e destacou a liberdade criativa através da arte abstrata. Seu slogan era: "A destruição também é criação".

Até mesmo a palavra dada foi escolhida ao acaso para batizar o movimento. Hugo Ball e Tristan Tzara, dois dos fundadores do dadaísmo, escolheram, aleatoriamente, uma palavra num dicionário alemão-francês. Dada, que em francês significa "Cavalo de Pau" numa linguagem infantil (pré-lógica) era um termo suficientemente vago e desconexo; ou seja, o ideal para representar o "espírito dadaísta".

O dadaísmo desenvolveu-se principalmente na literatura e artes plásticas até aproximada- mente 1921. Mas suas bases foram essenciais no modernismo. Principalmente para o Surrealismo, que é derivado direto do dadaísmo.



Surrealismo

Em 1924, a publicação de Manifesto do Surrealismo, de André Breton (inspirado pelos conceitos psicanalíticos de expressão do Inconsciente), marcou oficialmente o surgimento do movimento. No surrealismo, a criação artística manifesta-se livremente de modo a criar uma realidade subjetiva. Temas como a fantasia, tristeza e melancolia também são abordadas no surrealismo.

Na década de 20 o Surrealismo desenvolve-se também no Cinema. Um cão Andaluz (1928) do espanhol Luis Buñuel escrito em parceria com Salvador Dali é considerado um manifesto do cinema surreal. Dois anos mais tarde, Buñuel produz A Idade do Ouro, outra referência do movimento. O Anjo Exterminador, A Bela da Tarde, O Discreto Charme da Burguesia e o Obscuro Objeto do Desejo, também são obras significativas de Bruñel. Em 1932, o francês Jean Cocteau produz Sangue de um poeta.

No cinema surrealista não há preocupações com enredos. Apenas as imagens expressam desejos irracionais através de metáforas visuais. Além do desprezo pela burguesia, convenções morais, religiosas e políticas.



Cabaret Culture

Oficialmente, a Cabaret Culture compreende o entre-guerras (1918-1939). Mas antes, os Cabarés já reuniam vanguardistas que filosofam sobre política e inovadoras tendências artísticas. A "cultura de cabaré" instaura movimentos que se denominam underground, alternativo ou contra-cultura pelos pensadores. As obras do escritor Bertold Brecht e do músico Kurt Weil (ambos alemães) são sólidas referências deste período. Enquanto o fascismo de Benito Mussolini e Stalin e o nazi-fascismo de Hitler impunham a tirania sobre a Europa.





Beatnick e suas composições



Aproximadamente a partir de 1950 surge a geração Beatnick, caracterizada por resgatar elementos dos primeiros anos do século XX, no período da "Geração Perdida", dos anos que intercalaram as duas grandes guerras. O existencialismo de Jean-Paul Sartre e Martin Heidegger, enfatizando o indivíduo e a singularidade de suas experiências, é uma das bases "filosóficas" da geração Beatnick. A Cultura Beatnick também teve como influência o situacionismo, movimento artístico e sócio-cultural, que surgiu na Itália na segunda metade da década de 50 e estendeu-se fortemente até início dos anos 70, promovendo e incentivando uma revolução de conceitos nas artes, tendo até mesmo uma presença marcante no movimento parisiense Maio de 68. Apesar disso, os Beatnicks também buscavam uma espiritualidade transcendental e "não religiosa".

Roupas escuras, boina preta e óculos escuros compõem a indumentária dos Beats que se interessam pelas culturas africana, ameríndia e oriental, reunindo-se em clubs à meia-luz e ambientes que remontam ao decadentismo e à cultura de cabaré parisiense, mas movidos inicialmente ao som de um bom Jazz norte-americano.

Dentro do beatnick americano surgiu Jack Kerouac, autor de On the Road (1957), livro emblemático dos beats americanos. Kerouac também teria sido quem cunhou a expressão Beatnick, que John Clellon Holmes consagraria no artigo This is the Beat Generation, de 1952. Allen Ginsberg é autor do poema The Howl (1956), obra considerada um dos marcos dessa cultura. Ginsberg também participaria das letras e shows do The Clash no início dos anos 80, além de participações com Paul McCartney e Elvin Jones, entre muitos outros. William Burroughs foi um dos beats mais atuantes com suas obras Naked Lunch e Junkie e influenciou as composições de David Bowie na década de 70.

O Jazz era o estilo mais consumido entre os beats, mas na década de 60 o Rock também é adotado como uma referência do movimento. Originalmente, a poesia beat era recitada com o apoio de músicos vanguardistas como os jazzistas, e posteriormente, com o Rock. Não apenas literariamente, mas também "filosoficamente", Rimbaud e Baudelaire eram grandes referências culturais para os beats (como no caso do poeta William Burroughs). A banda inglesa Manfred Mann popularizou o visual do movimento que, no decorrer dos anos, iria transformar-se num estereótipo consumível pelas massas.

"Eram instintivamente individualistas, mas nunca conseguiram manter o mundo fora dos seus sonhos". Esta frase do artigo This is the Beat Generation, sintetiza o movimento Beatnick, que foi um dos mais influentes da história recente e, de certa forma, antecessor dos hippies que surgiriam anos depois, influenciando também vários movimentos posteriores e, conseqüentemente, a subcultura gótica/darkwave.





Hippie, Glam e Punk – Intersecções até a Subcultura Gótica



A origem do termo Hippie está associada ao escritor Norman Mailer que definiu o existencialismo dos beats americanos como "Hipster" em 1957. Fatores políticos, econômicos e sociais fizeram dos hippies um grupo de estética multicolorida e comportamento politizado. Os estereótipos e a "filosofia" dos Beatnicks e dos Hippies são um tanto distintas. Mas há uma linha que une esses dois grupos. Naturalmente, a geração Beatnick adotou outras influências no decorrer dos anos, e em 1967 a cultura Beatnick dos Estados Unidos se diluiu em Hippie, Glam-Punk e Punk-Beat, sendo que estas duas últimas, são em grande parte o mesmo movimento.

Enquanto isso, o escritor canadense Leonard Cohen abandona sua vida literária e aventura-se na música. Seu álbum de estréia, Songs of Leonard Cohen, influenciaria artistas como The Sisters of Mercy e Nick Cave.

Paralelamente na Alemanha, em meados da década de 60, surgia do experimentalismo um estilo conhecido como Krautrock, baseado numa combinação psicodélica com improvisação do Jazz e sintetizadores que produziam uma sonoridade eletrônica, de classificação musical complexa, mas que expôs a Alemanha no cenário Pop/Rock europeu. Mais tarde, o Krautrock foi uma das principais influências das tendências da música eletrônica, como o Sith - Pop e EBM.

No início da década de 70, o Punk nova-iorquino, do Club CBGB, cultivava características comuns aos beats. Numa visita à cidade, Malcolm McLaren, dono de uma Sex Shop em Londres, resolveu levar a "ideologia" Punk para a Inglaterra e reuniu um grupo de adolescentes, freqüentadores de sua loja, criando o Sex Pistols. O "punk britânico", que emergiu para sociedade e a mídia entre 1976 e 1977, concebido por Malcom, era intencionalmente exagerado se comparado ao original, de Richard Hell e sua Blank Generation.

Ainda em 1970, surge o Glam-Rock e o Glam-Punk que influenciariam o Gótico do final desta década. Em Nova York, a banda The New York Dolls é a referência. Na Inglaterra, Marc Bolan, T-Rex e David Bowie tornam-se ícones desta tendência. Em 1974, David Bowie lança o álbum conceitual Diamond Dogs, que aborda o romance 1984 de George Orwell. Diamond Dogs foi definido pelo próprio Bowie como Gothic, em alusão a um espírito dramático e barroco do século XX. Bowie ainda produziu álbuns solos de Iggy Pop, ex–The Stooges, que influenciariam posteriormente, os vocais de Peter Murphy do Bauhaus. Em 1977 a banda Nova-Iorquina Suicide, lança seu primeiro álbum que mistura música eletrônica e punk obscuro.

Enquanto isso o Rock passa da fase "adolescente" e as bandas The Doors e The Velvet Underground surgem na cena em 1967. O prédio, conhecido com Factory, alugado pelo pintor Andy Warhol abriga vanguardistas de várias expressões e torna-se uma referência cultural e o principal reduto de criação do Velvet Underground. O vocalista e guitarrista da banda, Lou Reed, foi fortemente influenciado pelo amigo e "guru pessoal", Delmore Schwartz, escritor americano, chegando a dedicar várias músicas ao autor.

Quando Lou une-se ao músico erudito John Cale, sua pretensão é compor letras no estilo da Literatura Beatnick associada ao instrumental de Rock experimental. Patty Smith também traz referências semelhantes a partir de seu disco de estréia, Horses (1975). Enquanto isso, Jim Morrison, também influenciado pela prosa beat e William Blake, traça ao lado de Ray Manzareck uma trilha semelhante às intenções da dupla Lou Reed e John Cale. O experimentalismo musical e a forte presença da cultura beat são determinantes na subcultura glam/punk/krautrock que foi influência direta da cultura gótica/darkwave que se formaria a seguir.





Os módulos da subcultura gótica



Em 1972, o filme musical Cabaret, com Liza Minelli, com sua estética de cabaré e decadência berlinense do início da década de 30, influenciou em 1976 um grupo de Londrinos importantes: O Bromley Contingent, que incluía Siouxsie Sioux, Sue Catwoman, Debbie Juvenile, Philip Salon, John Richie (Sid Vicious), Berlin, Steve Severin e Billy Idol. A estética Cabaret é reciclada e chega ao Gótico.

No final da década de 70, o termo Gótico torna-se "sinônimo" de irracional, imaginativo, ou "que ousa penetrar nas trevas da mente e terrível condição humana", como havia sido usado na Inglaterra. Porém, até os primeiros anos de 1980, os termos Gótico/Goth e Positive-Punk são usados para descrever o mesmo movimento.

Esse período, ainda classificado como pós-punk, traz uma certa indefinição musical devido às diversas influências agregadas pelas bandas que surgiam. Outros ascendentes do Punk partiam para uma sonoridade mais experimental e foram classificadas como New Wave. Ainda nesse mesmo contexto, mas na Inglaterra, surge o New-Romantic e o No Wave. De 1979 a 1983, algumas bandas pós-punk seriam chamadas de Góticas, outras não. Posteriormente, bandas de outros estilos musicais também seriam chamadas de Góticas.

O movimento New-Romantic consistia numa versão mais suave e comercial da New Wave americana. A sonoridade trazia influências de Soul, Funk, Disco e Punk com sintetizadores e baterias eletrônicas. Depeche Mode, David Bowie e Duran Duran eram as maiores expressões do movimento, que contava ainda com o surgimento da MTV americana, que teve grande participação na divulgação dos clipes das bandas. Porém, o New-Romantic não possui uma relação direta como o Romantismo e suas releituras anteriores, mas também compõe parte da base cultural que estava se desenvolvendo.

Um pouco antes, com o uso de temas niilistas, timbres graves das guitarras e linhas de baixo, a No Wave utilizava-se também de microfonia e outros sons que interferissem na construção comum da música. Nesse momento, o Industrial também já estava se estruturando.

Ainda neste período, sob as novas perspectivas da Revolução Sexual e o impasse da Guerra Fria, além da música, o cinema também influenciava na moda e no comportamento. Foi neste período, aproximadamente 1979 a 1983, que a subcultura gótica/darkwave aglutinou elementos da Geração Beatnick, Punk, pós-Punk, Glam, New-Romantic e No Wave, entre outros. Esta combinação de tendências e a consolidação que viria a seguir ocorreram principalmente na Inglaterra. Mas no mesmo período bandas como Cristian Death, Misfits e TuxedoMoon já estão em atividade nos Estados Unidos.



Arquétipos no cinema 80/90

Em 1982, o filme Blade Runner (de Ridley Scott), que aborda o conflito entre seres humanos e andróides humanizados nas primeiras décadas do século XXI, reafirmou as tendências futuristas de estilo e vestuário. No filme The Hunger (Fome de Viver) de 1983, David Bowie e Catherine Deneuve representam um casal de vampiros em busca de sangue. Há uma cena em que a dupla, usando Ankhs egípcios, está à espreita de suas presas numa casa noturna ao som de Bela Lugosi’s Dead, tocada pelo próprio Bauhaus. Há ainda o filme alemão produzido em 1987, Der Himmel ünder Berlin (de Win Wenders, lançado também com os títulos Wings of Desire ou Asas do Desejo), dois anjos perambulam pela Berlim dividida do pós-guerra, confortando a tristeza dos cidadãos, até que um dos anjos apaixona-se e deseja tornar-se humano.

Estes três filmes abrigam arquétipos que seriam reconhecidos, nos anos seguintes, como alguns dos elementos que comporiam a subcultura Gótica. Em Blade Runner, há a figura do andróide sensível, humanizado e conflitante num cenário urbano decadente. The Hunger inclui num mesmo contexto David Bowie (ícone do Glam da década 70), a banda Bauhaus (principalmente Peter Murphy) e a figura do Vampiro com a simbologia do Ankh, e aborda a questão da mortalidade humana. Em Asas do Desejo, há um conflito "razão x paixão" com abordagem decadente e existencialista dos anjos em meio aos cidadãos comuns.

Nos anos 90, a refilmagem de Drácula de Bram Stoker (1992), feita por Coppola se torna uma nova referência. Também em 1994, Entrevista com o Vampiro, o livro escrito em 1976 por Anne Rice se torna filme, retomando questões existenciais do molde de The Hunger, de 1983.



A consolidação

O termo Gothic, usado pela mídia e adotado por algumas bandas, prevalece a partir de 1983/84 e as bases da subcultura, tanto na música como no comportamento e visual, já estão concretizadas. O club londrino Batcave (Batcaverna) é inaugurado em 1982 e funciona como um catalisador das tendências emergentes. Na Batcave, além de Specimen, Bauhaus, Alien Sex Fiend e Siouxsie Sioux, reúnem-se personalidades como Nick Cave (The Bithday Party) e Robert Smith (The Cure). De Londres para a Alemanha, bandas como X-Mal Deutschland, Einsturzende Neubauten e Malaria são essenciais.

Nos anos seguintes, até o final da década de 80, a música da subcultura gótica/darkwave vê emergir novos artistas influenciados, principalmente, pelas bandas do período pós-Punk. Neste momento, The Sisters of Mercy, The Mission, Christian Death e outros, estabelecem "padrões" que seriam seguidos. Mas também surgem "sub-estilos" que ampliam a diversidade musical da cena. A sonoridade inclui influências do Pop e música eletrônica. Bandas que produzem estilos que seriam depois classificados como Darkwave e Ethereal, já estão em atividade, como Cocteau Twins (1980/81), Dead Can Dance (1981), Trisomie 21 (1982) e Opera Multi Steel (1983/84).

Entre Góticos assumidos e simpatizantes, alguns nomes incontornáveis do período 1979 a 1986 são: Bauhaus, UKDecay, The Damned, Siouxsie and The Banshees, The Cure, Echo and The Bunnymen, Soft Cell, Southern Death Cult, X-Mal, Einsturzende Neubauten, Malaria, Love and Rockets, Alien Sex Fiend, Sex Gang Children e Specimen. Ainda podemos citar, Joy Division, The Smiths, Nick Cave and The Bad Seeds, Virgin Prunes, The Fields Of Nephillin, The Jesus and Mary Chain, Cabaret Voltaire, Cocteau Twins, Trisomie 21, Opera Multi Steel, Clan of Xymox, Poesie Noire, e inúmeros outros, sem aqui nos aprofundarmos nas importantes tendências, Industrial, Sinth e EBM, ligadas a esta cena.



No Brasil

No Brasil, a subcultura gótica desenvolveu-se fora do contexto original. A ditadura brasileira que se estendeu por mais de vinte anos (1964 a 1985), condicionou grande parte da produção artística e assim, indiretamente, costumes e comportamento social. Por este motivo, elementos essenciais como o Glam, não tiveram uma repercussão tão grande e nítida como na Inglaterra, por exemplo, e o Punk chegou em outro contexto.

Nas grandes metrópoles brasileiras, até mesmo o termo gótico chegou com um certo atraso, passando a ser aplicado a partir de 1985/86, se popularizando progressivamente até substituir o termo Dark (até 1989/90), que era até este momento usado apenas no Brasil (em outro sentido, na Itália, como "angolo dark" ou "dark inglês").

Mesmo assim, não se pode afirmar que a "essência" do Gótico e do Dark sejam as mesmas. Elementos figurativos como o Vampiro tornam-se também referência estética e criativa nos anos 90.

Atualmente, o conceito brasileiro do que significa gótico, quando aplicado à subcultura, é muito amplo. Alguns consideraram gótico, boa parte do que foi produzido (musicalmente) a partir de meados da década de 80. Ainda, a cena gótica brasileira não possui tanta organização como na Europa e Estados Unidos. Mas a música traz representantes importantes como as bandas Elegia e The Tears of Blood, entre muitas outras.



A partir da década de 90

Nos anos 90 podemos citar como referências musicais do Gótico e Darkwave, bandas como London After Midnight, Switchblade Symphony, Faith and Muse, Das Ich, Sopor Aeternus, Inkubus Sukubbus, Bella Morte, Nosferatu, Cranes, Diary of Dreams, Cruxshadows, Lycia, Wolfsheim, Clan of Xymox, Project Pitchfork, Love Spirals Downwards, entre tantas outras.

Na passagem para o século XXI esta geração dos anos 90 já é acompanhada por uma nova safra de bandas como The Vanishing, The Ghost of Lemora, Collide, Diva Destruction, Voltaire, Audra, Qntal, Cinema Strange, BlutEngel, 69 Eyes, The Last Days of Jesus, Diorama, Chants of Maldoror, Hatesex, Android Lust, Ego Likeness, Paralised Age, Thou Shalt Not, In Strict Confi- dence, Eisbrecher, citando apenas algumas bandas em estilos distintos da subcultura gótica, pois a lista é muito maior.

Ainda, subgêneros musicais como o Trip-Goth e Dark Ambient, estão emergindo e se transformando. A cena da subcultura gótica/darkwave já conta com clubes (casas noturnas), eventos, uma intensa produção cultural (não apenas musical) e a interação dos seus adeptos, que é uma de suas molas propulsoras.

Atualmente, percebe-se que a subcultura gótica não apenas se estabilizou em sólidas bases culturais, mas também continua sendo cultivada, ampliando-se em todas as partes do mundo. Há um verdadeiro circuito cultural que não se baseia apenas na música e no comportamento, mas em todas as outras expressões artísticas que cada gótico possa criar, recriar e renovar.



Por Spectrum e Henrique Kipper (www.gothicstation.com.br)



sábado, 6 de novembro de 2010

O que um Turismólogo faz?

Bom gente,eu me matriculei em uma faculdade num curso até que legal...Muita gente me pergunta o que um turismólogo faz,bom eu não sou boa para dar explicaçao então.Eu achei em um outro blog que chama-se Turismohloga [/http://turismohloga.blogspot.com] turismólogo faz.

Diferentemente do que a maioria das pessoas pensam, o Turismólogo não vive viajando, ao menos não a Trabalho. Nesta área de Turismo e Hotelaria, o profissional que viaja em função de seu Trabalho é o Guia de Turismo. Veja bem, a pessoa é denominada Guia de Turismo e aqueles famosos livrinhos são denominados Guia Turístico. Porém, para se tornar um Guia de Turismo não é necessário cursar uma Faculdade e sim fazer um curso técnico de Guia.

"O termo turismólogo surge em meados da década de 1970, com o objetivo de categorizar uma formação acadêmica especifica que começava a ser gestada cientificamente no interior das faculdades de turismo existentes em São Paulo."
Fonte: Espaço Acadêmico.

O Bacharel em Turismo, denominado turismólogo deve ter como função primordial mudar o status quo do atual Brasil Turístico. Ele deve ser um grande agente de mudança e entender que não é um mero operador ou planejador da atividade turística mas que possui uma responsabilidade social muito grande: a de reduzir as desigualdades sociais e melhorar a gestão democrática das cidades, através do turismo.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Explicações ♥

Oiie pessoal...
Seguinte eu parei te atualizar o meu "diário",porque eu to muito preguiçosa ultimamente,não consegui criar nada nessas ultimas semanas,meu computador também tá tenso ¬¬°.Então to me esforçando pra escrever,mas eu escrevo e escrevo e nunca gosto de nada...Aff,galera eu também to preocupada,esse fim de semana é o ENEM,e coisa que não é novidade,eu não estudei,então to vendo que vou me ferrar...Mais suave,quem sabe depois dele eu volte mais inspirada,falando de conquistas e fracassos,amor e ódio...dos assuntos que meu coração me esconde no momento ¬¬'.
Saudades de todos(a).
X.OX.O =*


domingo, 24 de outubro de 2010



Querida você é insubstituivel,a minha unica razão de estar respirando e querer continuar vivo.

Eu não penso em mais ninguém para estar comigo em minha caminhada,tem que ser você.

Não sei o que você pensa sobre mim,se ainda gosta da minha companhia,se gosta de estar comigo...

Mostre-me alguns sinais...Minha amada,tudo o que eu escrevo é sobre você,tudo o que eu faço é pensando em você,tudo o que eu mais quero é o melhor pra você.

Querida você não precisa falar,só o seu silencio,a sua paciência ao me escutar,o seu olhar calmo...Você me faz tão bem!!!

Eu nunca Substituirei o amor que eu sinto por você,por qualquer outro amor.

Jéssica M². Santos

domingo, 10 de outubro de 2010

Parabéns Dayvisson

Hoje dia 10.10.10 é aniversário do meu melhor amigo,e deixo gravado aqui os meus sinceros parabéns

Pensamentos Incomuns

Quem é que não gostaria de saber o que se passa na mente de um menino?!
Okay,então descubra os Pensamentos Incomuns,entrando nesse blog:
http://alysonpassos.blogspot.com/
Garanto que não vão se arrepender...
Entra lá e depois me diga o que achou!
Fik Dik !!!

Hoje eu queria te abraçar...





E poder te dizer

Eu te amo muito e sinto sua falta !

Ao seu lado ...


... o tempo não passa

Quando estivermos juntos outra vez,desejaremos que esse dia nunca acabe...
Jéssica M. M. Santos

New Perspective - Panic At the Disco

I feel the salty waves come in
I feel them crash against my skin
And I smile as I respire because I know they'll never win
There's a haze above my TV
That changes everything I see
And maybe if I continue watching
I'll lose the traits that worry me

Can we fast-forward to go down on me?
Stop there and let me correct it
I wanna live a life from a new perspective
You come along because I love your face
And I'll admire your expensive taste
And who cares divine intervention
I wanna be praised from a new perspective
But leaving now would be a good idea
So catch me up on getting out of here

Taking everything for granted but we still respect the time
We move along with some new passion knowing everything is fine
And I would wait and watch the hours fall in a hundred separate lines
But I regain repose and wonder how I ended up inside

Can we fast-forward to go down on me?
Stop there and let me correct it
I wanna live a life from a new perspective
You come along because I love your face
and I'll admire your expensive taste
And who cares divine intervention
I wanna be praised from a new perspective
But leaving now would be a good idea
So catch me up on getting out of here

More to the point, I need to show
How much I can come and go
Other plans fell through
And put a heavy load on you
I know there's no more that need be said
When I'm inching through your bed
Take a look around instead and watch me go

Stop there and let me correct it
I wanna live a life from a new perspective
You come along because I love your face
and I'll admire your expensive taste
And who cares divine intervention
I wanna be praised from a new perspective
But leaving now would be a good idea
So catch me up on getting out of here

It's not fair, just let me perfect it
Don't wanna live a life that was comprehensive
'cause seeing clear would be a bad idea
Now catch me up on getting out of here
So catch me up I'm getting out of here

Tradução: Nova Perspectiva

Eu sinto as ondas salgadas chegando
Eu as sinto bater contra minha pele
E eu sorrio ao respirar, porque eu sei que elas nunca irão ganhar
Há uma neblina sobre minha TV
Que muda tudo que eu vejo
E talvez se eu continuar assistindo
Eu perderei os traços que me preocupam

Nós podemos ir logo ao que interessa?
Espere um pouco me deixe corrigir isto
Eu quero viver a vida de uma nova perspectiva
Você veio junto porque eu amo seu rosto
E eu irei admirar seu gosto refinado
E quem liga para intervenção divina
Eu quero ser elogiado de uma nova perspectiva
Mas partir agora seria uma boa idéia
Então me acompanhe para cair fora daqui

Tomando tudo por certo mas nós ainda respeitamos o tempo
Nós avançamos com uma nova paixão sabendo que tudo está bem
E eu iria esperar e assistir as horas passarem em uma centena de linhas separadas
Mas eu recupero a compostura e me pergunto como eu acabei do lado de dentro

Nós podemos ir logo ao que interessa?
Espere um pouco me deixe corrigir isto
Eu quero viver a vida de uma nova perspectiva
Você veio junto porque eu amo seu rosto
E eu irei admirar seu gosto refinado
E quem liga para intervenção divina
Eu quero ser elogiado de uma nova perspectiva
Mas partir agora seria uma boa idéia
Então me acompanhe em cair fora daqui

Mais importante, eu preciso mostrar
O quanto eu posso ir e voltar
Outros planos falharam
E colocaram uma carga pesado em você
Eu sei que não há nada mais que precisa ser dito
Quando eu estou me arrastando pela sua cama
Ao invés disso olhe em volta e me veja partir

Espere um pouco me deixe corrigir isto
Eu quero viver a vida de uma nova perspectiva
Você veio junto porque eu amo seu rosto
E eu irei admirar seu gosto refinado
E quem liga para intervenção divina
Eu quero ser elogiado de uma nova perspectiva
Mas partir agora seria uma boa idéia
Então me acompanhe em cair fora daqui

Não é justo, apenas me deixe aperfeiçoar isto
Não quero viver uma vida que era compreensiva
Porque ver claramente seria uma má idéia
Agora me acompanhe em sair fora daqui
Então me acompanhe, eu estou caindo fora daqui





Eu queria poder protegê-la,mas não posso,queria poder te amar...Hoje pesando em você quase perdi minha respiração,pensei em tantas coisas,como será que ela está?Será que ainda pensa em mim...Ou será que desistiu de mim,desistiu de me esperar...Ah,Deus não faça isso comigo,eu preciso dela...Ela é meu unico motivo para continuar respirando.Será que ela me esqueceu?Se me esqueceu eu digo adeus ao mundo,mas gostaria que ela soubesse que meu coração sempre foi seu.Hoje,sem ela,eu desisto da vida dizendo-lhe que eu sempre te amarei,mesmo depois da vida eu continuarei te amando.



Jéssica M.M. Santos

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Ana Paula

Pessoal!
Hoje queria falar para vocêis sobre uma pessoa que eu nem conheço,mas que gosto pra caramba...Não.não é o Dayvisson,meu Best Kawaii'*-*.O nome dela é Ana Paula,ela é dona do blog Caixinha de Tudo.
Velho,ela escreve muito mais muito bem,eu simplismente adoro ler o que ela escreve,ela poem uma emoção nas palavras dela,que me fascinam.
Um dia desses,eu estava pesquisando sobre algumas coisas para postar aqui[/meusorientais-.-],eu parei para ler o blog dela,e fiquei maravilhada,com as diversas poesias e textos que haviam ali.
Ah!a Ana também ta sempre lendo o que eu escrevo,e ta sempre lendo o que escrevo e comentando *-*.
Ana Paula,dedico a você esse post,com muito carinho.

[IMG746-012222.jpg]


Morena - Scracho

E agora vem dizer, morena
Que você não quer ser mais a minha pequena
E que prefere dormir e acordar
Nos braços de um outro alguém

Sabe, eu sei que errei
Quando eu te escondi a verdade
E demorei, mas tô aqui e a saudade
Não me deixou te esquecer,
Não é assim que tem que ser
É o fogo da lembrança que me aquece
Já fiz de tudo pra que um dia 'cê regresse
Me declarei como se fosse numa prece
E se eu pudesse faria você feliz

E agora vem dizer, morena
Que você não quer ser mais a minha pequena
E que prefere dormir e acordar
Nos braços de um outro alguém

E agora vou dizer, morena
Que o passado não é mais nenhum problema
Estou fadado a sonhar acordado
Pensando em te ver sorrir

E eu me lembro
De nós dois juntos deitados na sua cama
Minha camisa te servia de pijama
A gente ria sem parar, pensava em se casar
E aquele beijo lá pro fim de julho
Se fez silêncio em meio a tanto barulho
Eu sei que errei e me arrependo, mas te juro
Não vou viver se não te namorar

E agora vem dizer, morena
Que você não quer ser mais a minha pequena
E que prefere dormir e acordar
Nos braços de um outro alguém

E agora vou dizer, morena
Que o passado não é mais nenhum problema
Estou fadado a sonhar acordado
Pensando em te ver sorrir

Sabe lá quem vai
Nesse leva-e-tras
ser feliz ao te dizer te amo

E agora vem dizer, morena
Que você não quer ser mais a minha pequena
E que prefere dormir e acordar
Nos braços de um outro alguém

E agora vou dizer, morena
Que o passado não é nenhum problema
Estou fadado a sonhar acordado
Pensando em te ver sorrir

Ser feliz ao te dizer, Morena.


domingo, 19 de setembro de 2010

Make Up by Hayley Williams

O make é da Hayley na época de Misery Business. A dica é do Blog Diary de uma Fã.

1. Você tem que aplicar uma sombra cintilante prata ou branca para fazer o ponto-de-luz, em toda a pálpebra e rente ao canto interior da pálpebra.

2. Brilho, queremos brilho. E para isso, use uma sombra cor de ouro reluzente. Pode ser sombra-pó, ou creme. Mas certifique-se se é brilhante. Use uma quantidade pequena, se não quiser ficar toda melada ao ponto de não conseguir nem piscar.

3. Molhe o pincel e esfumace a sombra para fazê-la durar mais e marcar o olhar.

4. Aplique a sombra ouro a partir do canto interior do olho até a metade da pálpebra.

5. Em seguida, aplique a sombra laranja e amarela com efeito sobreposto. Certifique-se que cerca de um terço de sua pálpebra ainda "é de ouro."

6. Você pode usar também uma sombra vermelha na borda da pálpebra, para deixar o tom de laranja mais vivo e você, com um olhar mais selvagem e louco!

7. Aplique o delineador líquido. Para isso, você precisa de ter alguma prática. Se você não tem experiência para passar corretamente, a dica é fazer um pontilhado com o lápis preto, e depois é só contornar. Irá funcionar quase tão bem.

8. Escolha um rímel preto ou marrom escuro e passe nos cílios superiores e inferiores. O segredo não é molhar a escovinha várias vezes no líquido, o truque é passar várias "de mão".

9. Nos lábios, batom vermelho ou rosa escuro para dar contraste aos olhos.

SAKURA, SIMBOLO DO JAPÃO


A flor da cerejeira, Sakura em japonês é a flor símbolo do Japão. A simbologia é tão intensa que o povo cultua e respeita como a própria bandeira japonesa ou o hino nacional.

A LENDA

Diz a lenda que SAKURA vem da princesa KONOHANA SAKUYA HIME que teria caído do céu nas proximidades do Monte Fuji e teria se transformado nesta bela flor. Acreditam se também que tem sua origem na cultura de arroz. A parte KURA significa deposito onde se guardava arroz, alimento básico dos japoneses considerado dádiva divina.

ORIGEM

Hoje existe catalogado mais de 300 variedades de cerejeiras no Japão. A cerejeira, da família das rosáceas, gênero prunus tem origem na China e Índia e os cruzamentos, melhorias e mutações durante séculos teriam criados estas centenas de variedades. A chegada no Japão consta que é de vários séculos atrás. Consta que já no século VII o imperador SAGA em Kiyoto teria promovido nos jardins do Palácio Imperial o HANAMI (APRECIAÇÃO DAS FLORES).

FESTEJOS

No Japão, a primavera é comemorada com muita ênfase por toda a população com seus HANAMI (apreciação das flores) ou piquenique sob a florada. Vários outros paises como Brasil, Estados Unidos e outros também festejam a florada da cerejeira. Um dos maiores eventos é realizado nos Estados Unidos, Washington National Cherry Blossom Festival com seus quase 8.000 cerejeiras onde em 1912 foram plantadas as primeiras 3.000 mudas doadas pelo Governo Japonês em comemoração a amizade entre os dois países.

sábado, 18 de setembro de 2010

Lolitas ♥

Algumas das Lolitas,há muitos estilos de Lolitas! - . -

Sweet Lolita ou Amaloli é uma subdivisão do estilo Lolita (ou Loli) de moda japonesa.

É o estilo mais doce, com tons pastéis, estampas graciosas com doces, frutas, bolos, animais, bolinhas, xadrez, listras finas, sorvetes.

Qualquer padronagem "fofa" pode se encaixar desde que não saia dos padrões de cores e dos modelos meigos com fitas, laços e babadosmuitas vezes em profusão. Por vezes possui estampas florais e cores mais claras.

Gothic Lolita ou "GothLoli" (ゴスロリ, gosurori) é uma moda urbana japonesa popular entre adolescentes e jovens adultas (e por vezes pessoas do sexo masculino), que vestem roupas de inspiradas, em sua maioria, pela moda vitoriana, rococó ou edwardiana e freqüentemente tentam imitar a aparência de bonecas de porcelana ou princesas. A origem do gosurori é uma combinação da moda lolita – que envolve tentar parecer ‘fofa’ ou meiga a ponto de parecer infantil – e certas características da moda gótica.

A cultura japonesa dá muito mais importância a uma aparência e comportamento juvenis do que a ocidental, e algumas mulheres adultas compram coisas como produtos com a estampa da Hello Kitty – que no ocidente geralmente tem crianças como público-alvo. O Gosurori talvez seja uma extensão desse fenômeno, conhecido como "Cultura Fofa".

O estilo floresceu nos idos de 1997/1998 e se tornou um estilo bem estabelecido, com suas próprias grifes, disponível em diversas boutiques, e até mesmo em algumas grandes lojas de departamentos a partir de 2001. Alguns consideram o gosurori como uma resposta ao movimento Kogal, tido pelas lolitas como “vulgar”, já que envolve exposição do corpo e sensualidade. No entanto, o gothic lolita talvez não possa ser considerado como uma subcultura propriamente dita já que não existe uma ideologia ou um credo comum a todas, um padrão de comportamento, nem música ou arte específicas a serem apreciadas - mas acima de tudo lolitas não são criaturas necessariamente grupais, que buscam socializar com outras lolitas. Sendo assim individualistas, não há como classificá-las como uma tribo.

Gothic Lolita é uma das subcategorias do visual Lolita (Loli). Outras categorias incluem Classic Lolita(mais tradicional, contando com estampas florais, cores mais claras e mais sofisticadas, e com ar mais ‘maduro’), Sweet Lolita (tons pastéis, temas angelicais, renda, laços e flores), Ero Lolita (que usa cinta-ligas, saias mais curtas, corsets e babydolls), Punk Lolita (usa de corsets, tecidos em xadrez, estampas com caveiras), Country Lolita (abusando de estampas quadriculadas e florais para criar o efeito meigo e campestre) e Gurorori (com temas mais mórbidos e obscuros, incluindo muitas vezes tapa-olho, bandagens e sangue falso).

O estilo foi influenciado e tornado ainda mais popular pela imagem de certas bandas de Visual Kei (ou rock visual, lit. “linhagem visual”), que possuem ou possuíam entre seus integrantes usuários ou fãs do visual lolita. O Visual Kei é um subgênero do rock japonês formado por bandas de visual elaborado, cujas apresentações muitas vezes contam com elementos teatrais – mas com estilo musical que muitas vezes difere de outros grupos enquadrados na mesma categoria. É importante ressaltar que várias lolitas ressentem essa ligação com visual kei e consideram lolitas fãs dessas bandas e ídolos como bandgirls e não lolitas "de verdade": como se as lolitas fãs de visual rock se vestissem de lolita apenas por influência de seus ídolos, para se encaixar com os outros fãs e não por gostarem do estilo.

Mana, o líder da extinta banda de visual kei Malice Mizer, é creditado como tendo ajudado a popularizar o Gothic Lolita. Ele criou os termos “Elegant Gothic Lolita” (EGL) e “Elegant Gothic Aristocrat” (EGA) para descrever as peças de sua própria grife Moi-même-Moitié, fundada em 1999 – que rapidamente se estabeleceu como uma das marcas mais desejadas da cena Gothic Lolita. No ocidente, o termo "EGL" diversas vezes é tratado como se abrangesse toda a moda Lolita, ou como se fosse um sinônimo de "Gothic Lolita". "EGL" na verdade refere-se somente à linha de roupas da grife Moi-même-Moitié que leva este nome - e que é formada por roupas Gothic Lolita